sábado, 10 de novembro de 2012

PR: escolas tomam medidas extremas


Edição do dia 02/07/2012
02/07/2012 08h31 - Atualizado em 02/07/2012 08h31



magens mostram professores em momentos de fúria: eles ficam irritados com celulares que tocam durante a aula, recolhem e quebram os aparelhos.

Celular em sala de aula virou um transtorno. Além de atrapalhar todo mundo com o barulho, o aparelho agora é usado por alguns alunos para colar nas provas. As respostas chegam por torpedo. NoParaná, algumas escolas tomaram medidas extremas, com apoio dos pais.
Imagens divulgadas na internet mostram professores em um momento de fúria: eles ficam irritados com celulares que tocam durante a aula, então recolhem e quebram os aparelhos. São flagrantes de campanhas educativas que tentam silenciar um problema cada vez mais comum nas escolas brasileiras, fora e dentro da sala de aula.
“É terrível, incomoda muito, corta todo o embalo da sua aula”, diz uma professora.
“Já faz parte da minha vida o celular”, diz uma aluna.
Para tentar acabar com a farra tecnológica, muita conversa que nem sempre adianta.
“Não adianta, você se distrai um pouquinho e ele já está lá mexendo no celular”, conta um professor.
Onde só a orientação não dá jeito, o rigor tem que entrar em cena. Em muitas escolas, os professores estão apreendendo os celulares dos alunos que insistem em usar os aparelhos nas salas de aula.
Falou, mandou torpedo? Perdeu. O celular vai para a sala da diretora, e só os pais podem retirar os aparelhos.
“Esperamos o bom senso dos pais, das famílias, para que proíba isso em sala de aula.
Cada estado tem uma regulamentação a respeito do uso de celulares na sala de aula. Na maioria do país, é proibido. No Paraná, a Secretaria Estadual de Educação recomenda bom senso aos estabelecimentos de ensino. Cada escola acaba adotando uma norma própria, de acordo com regimento escolar, que é aprovado pelos professores, pais e representantes dos alunos.

Repórter da Globo visita sala de aula para falar com professores sobre uso de celular em sala de aula



08/08/2012 às 08h59
Atualizado em 08/08/2012 às 09h26
Professores de escola em São Paulo conversam com Fabrício Battaglini (Foto: Mais Você / TV Globo)Professores de escola em São Paulo conversam com Fabrício Battaglini (Foto: Mais Você / TV Globo)
O celular em sala de aula é um problema que tem tirado do sério muitos professores do país. A febre dos smartphones atinge, principalmente, os adolescentes e faz com que eles não prestem mais atenção às aulas. Por conta desse comportamento, professores estão se revoltando contra os alunos.
Mais Você, com a ajuda do repórter Fabrício Battaglini, esteve em uma escola particular para conversar com alunos e professores. “É proibida a utilização de celulares durante as aulas, devendo os mesmos estarem desligados”, disse o diretor Silvio Freire, ao ler a lei que proíbe o uso do aparelho. Os professores estão desgastados de tanto pedir para os alunos largarem o celular durante as aulas. “Não dá para ver 100% do tempo. É cansativo ficar interferindo o tempo inteiro”, explicou o professor de filosofia, Steevens Beringhs.
Já para os alunos, se a escola disponibiliza o wi-fi, eles podem usar: “Coloco em cima do caderno e fico digitando. O professor nem vê”, confessou Maria Nunes, de 15 anos. Nem todos os alunos assumiram que utilizam os aparelhos durante as aulas. “Eu só vejo as horas”, argumentou Thiago Guaim, também de 15 anos e que estava com um relógio no pulso. A estudante Vitória Ré, da mesma idade, deu uma dica para não pegar o celular: “Só uso no recreio. Na aula, deixo ele dentro da bolsa para não ver a luz piscando”.
Os professores contaram também que a "geração X" é a responsável por tanta informação. “Existe um mito que os adolescentes de hoje conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Acontece que eles não fazem com a mesma intensidade”, sinalizou Adriano Santos, professor de português. Denise Selmo revelou que tira os alunos de sala quando os pega usando o smartphone: “Eles levam advertência”. Confira também o que os alunos de uma escola pública pensam sobre o assunto.


A Semana - Editorial
João Luís de Almeida Machado Doutor em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).
Celular na Sala de Aula
O que fazer?

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O telefone celular é, certamente, uma das mais celebradas invenções da humanidade. Tornou-se objeto do desejo não apenas no sentido de termos acesso a um aparelho qualquer ou aos serviços a ele relacionados. A constante atualização de seu design e possibilidades técnicas (cada vez mais ampliadas) estimulada por acirrada competição entre empresas poderosas (Nokia, Motorola, Sony Ericsson, LG, Apple...) faz com que as pessoas, no mundo inteiro, troquem de aparelhos com enorme constância.
O uso dos celulares, no entanto, traz não apenas benefícios, mas em alguns casos, gera transtornos e dificuldades. Existe certa “ética” quanto ao uso do celular, que não é explícita, mas oculta e imperceptível, a orientar a maioria das pessoas.
Sabe-se, por exemplo, que em locais públicos, como cinemas ou teatros, é preciso desligar os celulares ou, na melhor das hipóteses, deixá-lo em modo de vibração, para que os demais presentes não sejam incomodados em caso de telefonema. É esperado que as pessoas ajam desta forma, mas nem sempre é o que acontece.
Outra “regra de ouro”, se assim as pudermos chamar, estipula que as pessoas devem utilizar seus celulares sempre de acordo com suas necessidades, sem exageros. Ainda assim, há muitos homens e mulheres que, até mesmo para exibir-se publicamente, ostentam seus modernos aparelhos, realizando o uso indiscriminado da telefonia celular a todo o momento, mesmo naqueles em que não há nenhuma aparente necessidade (ou seja, por motivos totalmente fúteis).
É certo também que existem leis, como aquelas relacionadas ao trânsito, que abertamente condenam o uso de aparelhos celulares pelos condutores de veículos. Estas leis preveem sanções, multas e até mesmo, com o acúmulo de pontos, a perda da carteira de motorista. Mas ande no trânsito em qualquer lugar do Brasil e perceba, ao seu redor, se os motoristas estão minimamente preocupados com sua segurança ou mesmo com as multas que a eles podem ser aplicadas quanto ao uso dos celulares...
O exagero no uso dos telefones celulares, além dos inconvenientes na vida cotidiana, tem ocasionado também problemas invisíveis a “olho nu”, ou seja, que precisariam de microscópios para serem detectados e tratados. Estas dificuldades vão além daquilo que pode ser considerado prejuízo no trânsito, nos cinemas, em locais de trabalho... Refere-se à overdose de informações e de ligação com o mundo (profissional ou pessoal). Tratam-se, portanto, de problemas que estão relacionados a stress, ansiedade, depressão e afins – de fundo psicológico e emocional.
O fato de estarmos “ligados” pelas Tecnologias de Informação e Comunicação, entre as quais temos que incluir os celulares, cada vez mais integrados a todas as redes, não apenas via telefonia, provoca ou estimula problemas psíquicos em todas as faixas etárias, inclusive crianças e adolescentes. É claro que não pode e nem deve ser considerado fator primordial e único para que isto aconteça, mas certamente contribui e reforça sintomas e dificuldades decorrentes de um todo, associado à velocidade e as cobranças cada vez mais acentuadas do mundo em que estamos vivendo.
Nas escolas não é diferente. Há os problemas relacionados à ética quanto ao uso de telefones celulares que, para princípio de conversa, deve começar com os profissionais que atuam nas escolas. Diretores, coordenadores, orientadores, funcionários em geral e, principalmente os professores, devem desligar seus aparelhos quando estiverem trabalhando ou, caso seja muito necessário e acordado com os demais colegas, manter em modo de vibração (silencioso) para que as mensagens e ligações fiquem em arquivo e depois possam ser respondidas.
Em sala de aula, especificamente, o toque de um celular, ainda mais com a variedade de músicas e demais estilos (muitos deles cômicos) pode atrapalhar consideravelmente o andamento das ações previstas pelo professor. Portanto, o exemplo começa com ele e, depois, deve ser combinado com os alunos, seguido das devidas explicações, ou seja, dos motivos que levam a escola (sim, a instituição e não apenas o indivíduo, o profissional) a pedir aos alunos que deixem seus celulares desativados durante o dia de atividades educacionais.
Isto, certamente, inclui a questão do envio de torpedos com mensagens de texto. Esta prática, ainda que silenciosa, tira o foco dos alunos e pode, em muitos momentos, ser utilizada para fins indevidos, como passar respostas em provas ou testes...
Na hora do intervalo, na mudança de professores (período entre uma aula e outra), daí sim é possível que alunos e professores examinem seus celulares para verificar se há mensagens importantes ou telefonemas de retorno necessário. Ainda assim, cabe lembrar que isto não deve se tornar uma “neurose”, ou seja, não devemos nos tornar escravos do aparelho e dos serviços, tendo que a toda hora conferir as mensagens (como já foi detectado, por exemplo, com as pessoas que trabalham muitas horas por dia diante do computador e que se sentem compelidas a ver e-mails, atender comunicadores instantâneos, responder mensagens no Twitter...).
No caso das salas de aula, por outro lado, diferentemente do que se pensa, os celulares não precisam ser vistos apenas como problemas ou dificuldades. Além de canais de comunicação com as famílias e os amigos, ou mesmo entre a escola e os alunos, estes aparelhos podem ainda se tornar elementos de aprendizagem, incluídos em projetos educacionais.
As peculiaridades destes equipamentos, cada vez mais equipados, contando com recursos como câmeras (que fotografam e filmam com boa qualidade de som e imagem), gravadores de áudio, calendários, comunicadores instantâneos (envio de torpedos), calculadoras e tantos outras ferramentas – possibilitam a criação de projetos e ações pedagógicas que não podem e nem devem ser desprezadas.
Entrevistas, criação de banco de imagens, gravação de minidocumentários, elemento de comunicação entre alunos e dos estudantes com os professores, envio de mensagens sobre dúvidas e avaliações, utilização de agendas dos celulares para organização da vida escolar... São algumas das possibilidades de trabalho com o celular em sala de aula. Há inúmeras outras que podem ser pensadas e criadas pelos professores, se transformando em projetos que, com certeza, serão bastante atraentes aos olhos dos alunos!
Neste sentido, chegamos à conclusão de que, ao mesmo tempo em que o celular deve sofrer algumas restrições de uso nas escolas, tanto para permitir um melhor andamento das ações pedagógicas quanto para “desligar” um pouco os alunos do ritmo frenético em que vivemos, é possível tornar este equipamento, tão popular e acessível, igualmente num elemento de trabalho educacional com a criação de projetos que o incluam como ferramenta de pesquisa e produção. Então, que assim seja!

Educação ou Segurança, o que fazer com o celular?



Por: marcio mendes
A primeira década do Século XXI transcorreu repleta de inovações tecnológicas e desavenças ocasionadas pelo uso indiscriminado de uma dessas criações. O que pode ser considerado a criação de todos os tempos, o celular, criado no século passado, tem propiciado um mal estar no ambiente escolar.

Um pequeno objeto de variadas formas e modelos tem ocasionado uma séria discussão entre pais e professores. Os primeiros apontam as necessidades de controlarem seus filhos no que tange à segurança fora do ambiente familiar, seus lares. Além disso, os responsáveis por esses alunos defendem a necessidade do uso dos aparelhos, em todo o momento, no caso de necessitarem de uma rápida localização dos seus filhos para se assegurarem do bem estar destes, tendo em vista a crescente onda de supostos sequestros relâmpagos envolvendo familiares.
Por outro lado, os professores afirmam que o uso de celular em sala de aula, além de promover a falta de atenção nos usuários, ocasiona, também, distração nos demais alunos quando estes tocam alto durante as aulas. Outro fato não menos importante é que muitas das vezes os alunos não estão apenas falando ao telefone, mas também utilizando o aparelho celular como jogo ou acessando páginas de comunidades na internet, como “facebook”, “Orkut” e outros. Entretanto, o que se deveria fazer em uma sala de aula, aprender, está ficando em segundo plano, o que ocasionará, em um futuro bem próximo, graves consequências no aprendizado desses alunos.

Portanto, não se trata apenas da proibição do uso dos celulares nas salas de aulas, mas sim o uso indiscriminado deles durante o aprendizado. O que poderia ser feito para amenizar este conflito é ensinar aos alunos a importância do uso consciente do aparelho e, principalmente, o respeito que se deve ter para com os professores e colegas durante o período escolar.

Sistema permite uso educacional de mensagens de texto via celular


Campinas, 23 de abril de 2012 a 06 de maio de 2012 – ANO 2012 – Nº 524

Questões respondidas por SMS possibilitam avaliar compreensão de conceitos pelos alunos



O uso dos celulares em sala de aula é assunto polêmico. Em 2010, o ex-deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS) apresentou à Câmara um projeto de lei que proibia o uso dos aparelhos por alunos e professores nas salas de aula de todas as escolas públicas do país. A proposta foi aprovada pela Comissão de Educação e Cultura, mas acabou sendo arquivada. Recentemente o Projeto de Lei 2806/11, de autoria do deputado Márcio Macêdo (PT-SE), retomou a proposta, permitindo porém a presença destes equipamentos, desde que relacionados ao desenvolvimento de atividades didáticas e pedagógicas e após a autorização dos professores ou da diretoria da escola. O uso das novas tecnologias de informação, como lousas eletrônicas, iPads e e-readers, para citar alguns poucos exemplos, parece estar sendo cada vez mais incorporado ao ambiente escolar e, ao mesmo tempo, alimenta discussões pedagógicas sobre qual seria a melhor forma de utilizar tais tecnologias para que elas representem um benefício real ao processo de ensino e aprendizagem.
A tese intitulada “Um ambiente virtual de aprendizagem que utiliza avaliação formativa, a tecnologia de mensagens curtas e dispositivas móveis”, de autoria de Samira Muhammad Ismail, aluna da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), vem contribuir para este debate. O trabalho trata do desenvolvimento de um sistema chamado SMS2E (Short Message Service To Educate), o qual permite a possibilidade da utilização da tecnologia SMS como uma ferramenta de apoio à educação. Segundo Samira, o SMS2E oferece uma solução que facilita o uso da avaliação para a formação, e não para a punição. Este procedimento, que pode ser aplicado em aulas presenciais ou a distância, utiliza os celulares, o serviço SMS e os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) – como o TelEduc, elaborado pela Unicamp – para permitir que professor e aluno possam verificar instantaneamente os resultados do processo de ensino e aprendizagem.
O professor formula uma questão de múltipla escolha relativa ao conceito apresentado em sala e os alunos, então, respondem utilizando seus celulares e escolhendo a alternativa que lhes parece correta. Em poucos segundos, as respostas são consolidadas através do sistema e os resultados são apresentados imediatamente aos alunos e professores em forma de gráficos. Esta apresentação, feita durante a aula, permite aos alunos e ao professor identificar possíveis falhas de ensino ou aprendizagem, a tempo de serem corrigidas”, explica Samira.
Sendo assim, o próprio aluno pode fazer uma auto-avaliação e o professor é capaz de decidir sobre a necessidade de reapresentação do conceito ou mudança na estratégia de ensino. A pesquisadora lembra que a avaliação é um recurso extremamente importante em qualquer processo de ensino e aprendizagem e que, quando preparada e executada com inteligência, pode contribuir para a melhoria do processo. Entretanto, segundo ela, a avaliação mais utilizada atualmente é aquela classificada como somativa, que é realizada somente ao final de certo período escolar, quando o professor atribui uma nota para o aluno, ou seja, quantifica o conhecimento adquirido por ele. “O problema é que, quando este é o único tipo de avaliação realizado, o processo pode se tornar punitivo, porque não dá chance para qualquer reação – nem por parte dos alunos e nem do professor. O ideal é que o aluno possa ser avaliado constantemente, mas isto não se faz porque, sem o apoio da tecnologia, fica muito difícil para o professor, já que se criaria uma carga extra de trabalho, pois ele teria que constantemente preparar e corrigir estas avaliações adicionais, além de analisar seus resultados. O SMS2E vem para facilitar todo este processo e permitir que o professor possa fazer avaliações constantes e interferir no processo de ensino e aprendizado. Esta é a vantagem da avaliação formativa”, afirma Samira.
A proposta da tese, realizada dentro da linha de pesquisa “Ensino de Engenharia e Inovações Tecnológicas”, com orientação do professor Gilmar Barreto, levou em conta o fato de que a tecnologia SMS é inclusiva, pois está presente em todos os modelos de celulares, desde os mais simples, é fácil de utilizar e não requer a incorporação de nenhuma tecnologia nova, ou seja, não representa a adição de nenhuma dificuldade ou trabalho extra ao ambiente do educador. Ademais, tem um baixo custo de implantação, utilização, manutenção e substituição.
Barreto coloca que a ideia principal do trabalho é sempre usar a tecnologia no sentido de facilitar a educação. “O celular deve ficar ‘bem ligado’ dentro da sala de aula e tem que ser utilizado como uma ferramenta que complementa o aprendizado. A tese da Samira foi feita com os celulares mais simples possíveis. Mas, se pensarmos nos smartphones, que tendem a ficar mais baratos e vão, eventualmente, substituir os mais simples, o professor vai poder utilizar esta tecnologia também com imagens, por exemplo, numa aula de trigonometria do segundo grau. O professor poderá enviar a questão ‘Aponte neste triângulo qual é o ângulo reto’ acompanhada da imagem do triângulo. O aluno, por meio da tecnologia touchscreen, vai apontar diretamente no celular qual é o ângulo reto e imediatamente o professor saberá quantos alunos aprenderam aquele conceito ou não. A mesma ideia vale para várias disciplinas”, aponta o orientador.
O trabalho foi apresentado em vários congressos e seminários, entre os quais o Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (Cobenge, em Blumenau∕SC); o Congresso Internacional de Educação em Engenharia (Educon 2011, em Aman ∕Jordânia); e o Seminário de Inovações Curriculares, em 2011, na Unicamp. Também foram publicados artigos relacionados ao assunto da tese em revistas conceituadas, como a IEEE - Multidisciplinary Engineering Education Magazine e a International Journal of Interactive Mobile Technologies.
 
 
Docente e aluno
aprovam iniciativa
Tiago Médici, aluno do 4º ano do curso de Engenharia Elétrica da Unicamp, atualmente utiliza o SMS para manter contato com a família e se comunicar com os amigos, mas aprova a ideia do uso da tecnologia durante as aulas. “Acho que seria uma oportunidade interessante de interação com o professor e de auxílio no aprendizado”, afirma. Luis Carlos Kretly, professor titular da FEEC, testou o SMS2E e aprovou o resultado: “É uma ferramenta bastante interessante e fácil de ser utilizada. Eu, com certeza, adotaria o SMS2E durante minhas aulas na faculdade”.
Durante o doutorado, Samira pretende continuar aperfeiçoando a ideia e o sistema. “Agora, pretendemos desenvolver um gateway SMS dedicado à universidade, oferecendo alguns novos recursos e visando o melhor aproveitamento do sistema. No entanto, devemos preservar os benefícios de baixo custo total de propriedade, que envolve a aquisição, operação, manutenção, substituição e expansão do sistema. Além disso, devemos manter uma arquitetura aberta, facilmente integrável às plataformas de software educacionais já existentes”, finaliza a pesquisadora.

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Publicação
Tese: “Um ambiente virtual de aprendizagem que utiliza avaliação formativa, a tecnologia de mensagens curtas e dispositivas móveis”Autora: Samira Muhammad IsmailOrientador: Gilmar BarretoUnidade: Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)




Uso do celular em sala de aula





                  Este blog se destina  a fazer estudo sobre  as vantagens , as desvantagens , as possibilidades do uso do celular em sala de aula.
                  Serão feitas pesquisas , com alguns alunos, para conhecer seus interesses quanto ao uso do celular e o conhecimento que os mesmos têm do uso desta ferramenta.